sexta-feira, 8 de maio de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
VOCÊ CHAMA MURIÇOCA?
(JC Paixão)
Muriçoca eu não chamo
São elas que aparecem
Quando picam aborrecem
Causam só chateação
Por isso preste atenção
No tipo de muriçoca
Tem aquela que provoca
Uma grande doenção.
Acabou-se aquele tempo
Da muriçoca normal
Aquela bem natural
Que só uma picada dava
Que no lugar comichava
Mais que isso não sei não
Talvez um vermelhidão
Porém disso não passava.
Hoje em dia é complicado
Quando a muriçoca pica
Pode transmitir a Zika
A Dengue ou Chicungunha
Doenças que logo acunha
E pega a gente de jeito
Maltrata ou mata o sujeito
Pior que Eduardo Cunha.
Aedes também transmite
A tal da Febre Amarela
Que é sim outra mazela
Que maltrata muita gente
O cabra fica doente
Depois de uma picada
Que doença desgraçada
Num tem cristão que aquente.
O tal Aedes Aegypti
Que mosquitinho danado
Tem gene modificado
É no que eu acredito
Muriçoca ou mosquito
Dizem que é um vetor
No momento é ator
De sintoma esquisito.
Parecido com da Dengue
Tão fazendo um mosquitinho
Observe direitinho
Acompanhe meu pensamento
Veja que nesse momento
Estamos vivendo horror
Que parece um terror
Causando choro e lamento.
O Aedes é transmissor
De doenças diferentes
Pensemos com nossas mentes
No que tá acontecendo
Está mesmo é parecendo
Com uma guerra viral
Isso é algo anormal
De tudo tá aparecendo.
É o mosquito da Dengue
Ou pernilongo rajado
Sei que esse desgraçado
Assombra o brasileiro
Pois nesse pais inteiro
Tem causado muita morte
Não contrair Dengue é sorte
É o que digo parceiro.
Cuidado é preciso ter
Com a tal água parada
Pra não se tornar morada
Do mosquito inimigo
Preste atenção no que digo
Não podemos dar bobeira
Porque não é brincadeira
Esse bicho é um perigo.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
TOTONHO QUEIMA FULÔ
(Benildo Nery)
No ramo de
rezador
De terço e de
novena
Deu pra ver
muitos em cena
Senhora e
até senhor
Na missa ou
no louvor
Outros são
bem destacados
Eufóricos e
animados
Ambos vão fazendo
jus
A fé em
Deus, em Jesus
E todos
santos louvados.
Mas é no mês
mariano
Onde alguns
se sobressaem
Cedo da
noite eles saem
Pra casa de
um fulano
Seja no meio
urbano
Ou lá na
zona rural
É o maior
festival
Manifestação
da fé
À Virgem de
Nazaré
A nossa mãe
maioral.
Antônio
Brito Ferreira
Tem sido uma
das figuras
Que tem
levado as alturas
Essa prática
igrejeira
Tem um
terço, faz carreira
Para o local
indicado
Toma um
lugar destacado
Se benze,
reza e canta
De tal forma
que encanta
É bastante
afamado.
Sendo o
primeiro a chegar
É quem
prepara a Santa
Sua devoção
é tanta
Chega a
impressionar
Faz de uma
banca o altar
Bota toalha
branquinha
Em seguida a
Santinha
Num lugar
especial
Põe velas no
castiçal
E flor na
banca inteirinha.
Leva tudo
muito a sério
Tem de cor o
ritual
Do comecinho
ao final
Primeiro ao
Quinto Mistério
Tudo segue ao
seu critério
Desde as
fala até os cantos
Estes seus
dotes são tantos
Que até
impressionam
Os que veem
se emocionam
Que às vezes
chegam aos prantos.
Por ser um
sujeito amado
Por todos da
região
Tratou de
religião...
Seu nome é
logo lembrado
Muito ele
tem rezado
Em velório,
em hospital
Até lá na
capital
Já levou a sua
prece
Às vezes até
se oferece
É um cabra
sem igual.
Mas tem
aquela turminha
Que gosta de
ironizar
Do seu jeito
de andar
Dão sempre
uma risadinha
Também da
sua falinha
Que às vezes
desafina
Não é nem
grossa, nem fina
Ficam lhe
apelidando
E ele tá nem
ligando
Nem uma vez
desatina.
Hoje o vi
todo feliz
Lembrei que
é dia primeiro
De maio e o
mês inteiro
Ao Santo
Nome bendiz
Para todo
mundo diz:
“Eu quero
vê-los em cena
Prestigiando
a novena
Da nossa
eterna Rainha
Da Mãe de
Deus, sua e minha
Virgem de
ternura plena!
E um grande
encerramento
No fim do
mês nós faremos
E é certo
que nós teremos
Nele que é o
maior momento
Tudo quanto
é sentimento
De esperança,
paz e amor,
De fé, de
luz, de calor
Do fogo do
Céu sagrado
Todo mundo
abençoado
Na grande
queima de flor.”
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